Perfil epidemiológico de la violencia sexual contra las mujeres en el ámbito doméstico en Alagoas, 2012-2022

Autores/as

  • Caio Henrique Leite Oliveira Melo Universidad Federal de Alagoas
  • Carla Eduarda Silva da Fonseca Universidad Federal de Alagoas https://orcid.org/0000-0003-0962-5210
  • Carla Souza dos Anjos Universidad Federal de Alagoas
  • Julye Larisse Lemos Melo Universidad Federal de Alagoas
  • Claude Marise dos Santos Silva Universidad Federal de Alagoas https://orcid.org/0000-0002-6534-2701
  • Thayse Gomes de Almeida Universidad Federal de Alagoas https://orcid.org/0000-0001-8747-023X

DOI:

https://doi.org/10.48017/dj.v9i1.2812

Palabras clave:

Perfil epidemiológico, Violencia contra las mujeres, Violencia sexual

Resumen

La violencia sexual se define como cualquier acto sexual o intento de acto no deseado cometido por cualquier persona. A partir de esta premisa, el presente estudio se justificó por la naturaleza multidisciplinaria del tema y la necesidad de mejores estrategias de abordaje. El objetivo fue describir el perfil epidemiológico de la violencia sexual sufrida por mujeres en el ámbito doméstico en el estado de Alagoas entre 2012 y 2022. Se trata de un estudio epidemiológico, exploratorio y descriptivo de análisis retrospectivo, con base documental y enfoque cuantitativo, utilizando datos secundarios disponibles en el Sistema de Información de Enfermedades de Notificación Obligatoria. Durante el periodo 2012-2022, se notificaron 3.953 casos de violencia sexual contra mujeres en Alagoas. De ellos, el 47,50% correspondió a personas en el rango de edad de 10 a 14 años. El año 2022 registró la mayor cantidad de casos, con 799 notificaciones. En dicho año se registró un promedio de 114,4 casos, lo que representa un aumento del 633% en el periodo analizado. En cuanto a la raza o color de piel, los datos indicaron que los casos son más frecuentes en mujeres mestizas pardas. El principal agresor fue el padrastro, aunque también destacaron figuras femeninas, como la madre y la madrastra. Por consiguiente, los datos reflejan la necesidad de implementar políticas públicas orientadas a la atención integral de la salud de la mujer, así como de capacitar a los profesionales de la salud en la atención y acogida de las víctimas de violencia sexual.

Biografía del autor/a

Caio Henrique Leite Oliveira Melo, Universidad Federal de Alagoas

Grado en Enfermería, campus de Arapiraca de la Universidad Federal de Alagoas. Arapiraca, AL, Brasil.

Carla Eduarda Silva da Fonseca, Universidad Federal de Alagoas

Grado en Enfermería, campus de Arapiraca de la Universidad Federal de Alagoas. Arapiraca, AL, Brasil.

Carla Souza dos Anjos, Universidad Federal de Alagoas

Licenciada en Enfermería por la Universidad Federal de Alagoas y estudiante de maestría en Enfermería por la Universidad Federal de Alagoas. Arapiraca, Alagoas, Brasil.

Julye Larisse Lemos Melo, Universidad Federal de Alagoas

Graduada en Enfermería, campus Arapiraca de la Universidad Federal de Alagoas. Arapiraca, Alagoas, Brasil.

Claude Marise dos Santos Silva, Universidad Federal de Alagoas

Licenciada en Enfermería por la Universidad Federal de Alagoas, Arapiraca, Alagoas, Brasil. Posgraduada en Salud Pública, Brasil.

Thayse Gomes de Almeida, Universidad Federal de Alagoas

Graduada en Enfermería por la Universidad Federal de Alagoas, magíster en Enfermería por la Universidad Federal de Alagoas y doctora en Enfermería por la Universidad Federal de Pernambuco. Profesora adjunta del programa de Enfermería de la Universidad Federal de Alagoas, Campus Arapiraca, Arapiraca, Alagoas, Brasil.

Citas

Andrade L (2022). Violência contra a mulher aumentou durante a pandemia. Observatório do terceiro setor, 2022. Disponível em: https://observatorio3setor.org.br/noticias/violencia-contra-a-mulher-aumentou-durante-a-pandemia/. Acesso em: 06 de jul. de 2023.

Antunes, J. L. F.; CARDOSO, M. R. A (2015). Uso da análise de séries temporais em estudos epidemiológicos. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 24, p. 565-576.

Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006. (Lei Maria da Penha). Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Brasília, DF.

Brasil. Ministério da Saúde. Banco de dados do Sistema Único de Saúde-DATASUS. Disponível em http://www.datasus.gov.br. Acesso em 30 de jun. de 2023.

Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde: Sistema de Informação de Agravos de Notificação. DATASUS 2020. Disponível em: <http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/menu_tabnet_php.htm>. Acesso em: 06 de jul. de 2023.

Brasil. Ministério da Saúde. IBGE. Pesquisa nacional de saúde: 2019 : acidentes, violências, doenças transmissíveis, atividade sexual, características do trabalho e apoio social : Brasil / IBGE, Coordenação de Trabalho e Rendimento. -Rio de Janeiro : IBGE, 2020.

Bravin Setubal, C., Santos Wolff, L. D., Stroher, L. M. C., Blanco-Vieira, T., & Costa, L. F. (2019). “Não pode ser abuso... eu sou a mãe”: ofensa sexual materna. Revista de psicología (Santiago), 28(1), 92-103.

BUENO, Samira. Violência contra as mulheres em 2021. Fórum de Segurança Pública. Brasília, 2021.

Dantas, B. L. L., Bezerra, S. F., Batista, J. F. C., Menezes, M. O., & Prado, L. O. M. (2022). ANÁLISE TEMPORAL DOS CASOS NOTIFICADOS DE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A MULHER NO BRASIL. Caderno de Graduação-Ciências Biológicas e da Saúde-UNIT-SERGIPE, 7(2), 95-95.

De Araujo, R. P., da Silva Sousa, F. M., Feitosa, V. C., Coêlho, D. M. M., & de Fatima Almeida, M. (2014). Perfil sociodemográfico e epidemiológico da violência sexual contra as mulheres em Teresina/Piauí. Revista de Enfermagem da UFSM, 4(4), 739-750.

Delziovo, C. R., Coelho, E. B. S., d'Orsi, E., & Lindner, S. R. (2018). Violência sexual contra a mulher e o atendimento no setor saúde em Santa Catarina–Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 23, 1687-1696.

Engel, C. L (2020). A Violência contra a mulher. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea): Sociedade. Participação Social. Controle Social: Capítulos de Livros. Organizadoras: Natália Fontoura, Marcela Rezende, Ana Carolina Querino –Brasília: Ipea, 2020. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10313. Acesso em: 17 de jul. de 2023.

Facuri, C. D. O., Fernandes, A. M. D. S., Oliveira, K. D., Andrade, T. D. S., & Azevedo, R. C. S. D. (2013). Violência sexual: estudo descritivo sobre as vítimas e o atendimento em um serviço universitário de referência no Estado de São Paulo, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 29, 889-898.

Furniss, T. (1993). Abuso sexual da criança: uma abordagem multidisciplinar, manejo, terapia e intervençäo legal. In: Abuso sexual da criança: uma abordagem multidisciplinar, manejo, terapia e intervençäo legal. p. 337-337.

Gomes, N. P., de Almeida, L. C. G., Campos, L. M., de Santana, J. D., de Jesus, R. B., da Silva Santos, J. M., & dos Santos Mascarenhas, R. N. (2021). Vulnerabilidade de mulheres ao estupro marital: reflexões a partir do contexto da pandemia da Covid-19. Ciência, Cuidado e Saúde, 20.

Habigzang, L. F., Koller, S. H., Azevedo, G. A., & Machado, P. X. (2005). Abuso sexual infantil e dinâmica familiar: aspectos observados em processos jurídicos. Psicologia: teoria e pesquisa, 21, 341-348.

Justino, L. C. L., Ferreira, S. R. P., Nunes, C. B., Barbosa, M. A. M., Gerk, M. A. D. S., & Freitas, S. L. F. D. (2011). Violência sexual contra adolescentes: notificações nos conselhos tutelares, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil. Revista gaúcha de enfermagem, 32, 781-787.

Kataguiri, L. G., Scatena, L. M., Rodrigues, L. R., & Castro, S. D. S. (2019). Caracterização da violência sexual em um estado da região sudeste do Brasil. Texto & Contexto-Enfermagem, 28.

Miranda, M. H. H., Fernandes, F. E. C. V., Melo, R. A. D., & Meireles, R. C. (2020). Violência sexual contra crianças e adolescentes: uma análise da prevalência e fatores associados. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 5.

Oliveira, C. A. B. D., Alencar, L. N. D., Cardena, R. R., Moreira, K. F. A., Pereira, P. P. D. S., & Fernandes, D. E. R. (2019). Perfil da vítima e características da violência contra a mulher no estado de Rondônia-Brasil. Revista Cuidarte, 10(1).

OMS. Prevenção da violência sexual e da violência pelo parceiro íntimo contra a mulher: ação e produção de evidência (2010). Disponível em: https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/3661/Prevencao%20da%20violencia%20sexual%20e%0parceiro%20intimo.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 08 de set. de 2023.

Trentin, D., Vargas, M. A. D. O., Brehmer, L. C. D. F., Vargas, C. P., Schneider, D. G., & Leal, S. M. C. (2019). The perspective of professionals in relation to the care given to women in situations of sexual violence: perspective of the universal declaration of bioethics and human rights. Texto & Contexto-Enfermagem, 28, e20180083.

Viana, V. A. O., Madeiro, A. P., Mascarenhas, M. D. M., & Rodrigues, M. T. P. (2022). Tendência temporal da violência sexual contra mulheres adolescentes no Brasil, 2011-2018. Ciência & Saúde Coletiva, 27, 2363-2371.

Publicado

2024-01-29

Cómo citar

Melo, C. H. L. O., Fonseca, C. E. S. da, Anjos, C. S. dos, Melo, J. L. L., Silva, C. M. dos S., & Almeida, T. G. de. (2024). Perfil epidemiológico de la violencia sexual contra las mujeres en el ámbito doméstico en Alagoas, 2012-2022. Diversitas Journal, 9(1), 60–70. https://doi.org/10.48017/dj.v9i1.2812