Diversidade e homogeneização da comunidade de abelhas Euglossini (Hymenoptera: Apidae), em dois remanescentes urbanos na Bahia, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v10i1.2963Palabras clave:
abelhas das orquídeas, euglossíneos, Eulaema nigrita, Euglossa cordata, ecossistemas urbanosResumen
As abelhas Euglossini são um grupo-chave de polinizadores na região neotropical, e por serem relacionados às florestas tropicais são consideradas bioindicadoras do ambiente. Este trabalho objetivou investigar a comunidade de machos de abelhas das orquídeas em dois fragmentos de urbanos de Salvador (Bahia). Os dados compreendem amostras de iscas odoríferas em campanhas mensais entre Junho/18 a Maio/20. Para cada fragmento foram realizados o índice de riqueza de Shannon-Wiener (H’) e o de equabilidade de Pielou (J’). A abundância e a sazonalidade das espécies mais abundantes foram testadas com estatísticas circulares. No total, foram coletados n = 577 indivíduos e oito espécies. Euglossa cordata e Eulaema nigrita foram as espécies mais abundantes e somam juntas > 92% do total em ambas as áreas. A riqueza de euglossíneos: H’site A = 0.92 e H’site B = -0.84 e a similaridade: J’site A = 0.51 e J’site B = -0.41 foram semelhantes entre as áreas. Os resultados confirmam a ausência dos padrões de sazonalidade e de relação com as variáveis climáticas (p > 0.05). A homogeneização da composição específica dos fragmentos e a abundância de espécies indicadoras de ambientes antropizados e generalistas reacendem a discussão quanto à manutenção dos serviços ecossistêmicos dos remanescentes florestais diversos tamanhos circundados por uma matriz urbana ou periurbanas. A ocorrência de fragmentos florestais de é uma realidade nas grandes cidades que ocorrem em áreas originais do bioma Florestal Atlântico, mas podem ser importantes para a manutenção da fauna de polinizadores urbanos.
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