Encantos do atendimento infantojuvenil: atuação do setor de Psicologia Jurídica da Defensoria Pública De Alagoas
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v11i3.3762Palavras-chave:
Atendimento Infantojuvenil, Psicologia Jurídica, Garantia de direitosResumo
Este trabalho versa sobre a práxis do atendimento infantojuvenil realizado pelo setor de Psicologia da Defensoria Pública Estadual de Alagoas (DPE/AL). Na interface Psicologia e Direito, o setor visa apresentar a importância do acolhimento a este público, considerando a sensibilidade e o cuidado implicados. O serviço atende filhos de pais separados, crianças em vulnerabilidade social, econômica e, na grande maioria dos casos, afetiva, ofertando um espaço de acolhimento e ludicidade, atuando na garantia de direitos previstos no ECA, especialmente os de desenvolvimento socioemocional e saúde. Neste sentido, através de uma pesquisa documental de caráter quali-quantitativo, buscou-se mostrar a relevância do atendimento prestado a este público no contexto jurídico, com base nos dados coletados nos atendimentos realizados pelo setor no período de setembro de 2021 a abril de 2025. Uma contribuição para a proteção e promoção de direitos.
Referências
Alvarenga Filho, J. R. (2010). Seguindo estrelas e alimentando utopias: O desabrochar das muitas pétalas [Following stars and nurturing utopias: The blossoming of many petals]. In C. E. Nórte, R. Macieira, & A. L. Furtado (Orgs.), Formação: Ética, política e subjetividades na Psicologia [Education: Ethics, politics and subjectivities in Psychology] (pp. 116–135). Conselho Regional de Psicologia.
Anzieu, D. (1978). Os métodos projetivos [Projective methods]. Campus.
Ariès, P. (1981). História social da criança e da família [Social history of the child and the family] (D. Flaksman, Trad., 2ª ed.). LTC.
Ayres, J. R., & Barreira, M. C. S. M. (2014). O cuidado, os modos de ser (do) humano e as práticas de saúde [Care, human ways of being, and health practices]. Saúde em Debate, 38(103), 740–749. https://doi.org/10.5935/0103-1104.20140067
Corman, L. (2003). O teste do desenho da família [The family drawing test]. Casa do Psicólogo.
Cruz, H., & Righetti, R. (2009). Terapia de família com crianças pequenas [Family therapy with young children]. In L. C. Osório & M. E. Valle (Orgs.), Manual de terapia familiar [Family therapy manual] (pp. 247–262). Artmed.
Haubert, C., & Vieira, A. (2014). Símbolos, complexos e a construção da identidade na psicoterapia com crianças [Symbols, complexes, and identity construction in child psychotherapy]. Aletheia, 45, 222–237.
Levisky, R. B. (1997). Grupos com crianças [Groups with children]. In D. E. Zimerman & L. C. Osório (Orgs.), Como trabalhamos com grupos [How we work with groups] (pp. 311–320). Artes Médicas.
Liebmann, M. (2000). Exercícios de arte para grupos [Art exercises for groups]. Summus Editorial.
Machover, K. (1949). Proyección de la personalidad en el dibujo de la figura humana: Un método de investigación de la personalidad [Projection of personality in human figure drawing: A personality assessment method]. Cultural.
Meireles, A. L., Xavier, C. C., Cortes, M. G., Moulin, Z. S., Proietti, F. A., & Caiaffa, W. T. (2013). Bem-estar da criança e do adolescente: Um construto multidimensional [Child and adolescent well-being: A multidimensional construct]. Revista Médica de Minas Gerais, 23(2), 138–148.
Melo, N. S. A., & Miccione, M. M. (2023). As consequências do divórcio dos pais sobre o desenvolvimento infantil: Contribuição da abordagem cognitivo-comportamental [Consequences of parental divorce on child development: Contribution of the cognitive behavioral approach]. Estação Científica, 8(1). https://doi.org/10.18815/estacao.v8i1.1245
Papalia, D. E., & Feldman, R. D. (2013). Desenvolvimento humano [Human development] (12ª ed.). AMGH.
Piaget, J., & Inhelder, B. (2003). A psicologia da criança [The psychology of the child] (18ª ed.). Difel.
Queiroz, P. P., & Guilhardi, H. J. (2002). Redução da agressividade e hiperatividade de um menino pelo manejo direto das contingências de reforçamento: Um estudo de caso conduzido de acordo com a terapia cognitivo-comportamental (TCC) [Reduction of aggression and hyperactivity in a boy through direct reinforcement contingency management: A case study in cognitive behavioral therapy]. Revista Enfermagem e Saúde Coletiva (REVESC), 3(2), 27–39.
Retondo, M. F. N. G. (2000). Teste projetivo H.T.P. (Casa–Árvore–Pessoa) [H.T.P. projective test (House–Tree–Person)]. Casa do Psicólogo.
Ribeiro, E. G., & Gomes, A. M. (2020). Estudo de caso clínico: Avaliação clínica psicológica infantil [Clinical case study: Child psychological assessment]. (Documento institucional). https://repositorio.usp.br/item/001320742 (repositorio.usp.br in Bing)
Rodrigues, C. M., & Mishima-Gomes, F. K. T. (2013). As flores estão brotando: Atendimento infantil em consultas terapêuticas [Flowers are blooming: Child care in therapeutic consultations]. Psicologia Clínica, 25, 89–100. https://doi.org/10.1590/S0103-56652013000100006
Silva, J. M. M. (2010). O desenho na expressão de sentimentos em crianças hospitalizadas [Drawing as expression of feelings in hospitalized children]. Fractal: Revista de Psicologia, 22(2), 447–456. https://doi.org/10.1590/S1984-02922010000200016
Silveira, J. M., & Silvares, E. F. M. (2003). Avaliação de um programa de treino de habilidades elementares de terapeutas comportamentais infantis: Condução de atividades lúdicas [Evaluation of a basic skills training program for child behavioral therapists: Conducting play activities]. Sobre Comportamento e Cognição, 11, 267–277. https://doi.org/10.18815/sobre.v11.0.267-277
Telles, T. (2014). A infância na fenomenologia de Merleau-Ponty: Contribuições para a psicologia e para a educação [Childhood in Merleau Ponty’s phenomenology: Contributions to psychology and education]. Revista do NUFEN, 6(2), 4–14.
Vicentin, M. C. G. (2020). “Criançar o descriançável”: A transicionalidade da infância e o paradoxo da proteção-liberdade [“Childing the unchildable”: The transitionality of childhood and the paradox of protection freedom]. Revista ClimaCom, 7(18). https://doi.org/10.20396/climacom.v7i18.8662214
Winnicott, D. W. (1975). O brincar e a realidade [Playing and reality]. Imago.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Jociele Vieira da Silva, Livia Maria Rodrigues Lúcio, Ingrydy Lara Araújo Silva, Roberta Cavalcante da Silva, Yasmin Fortaleza de Oliveira, Caroline Cavalcanti Padilha Magalhães, Fernanda Cristina Nunes Simião, Lidiane dos Santos Barbosa

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
O periodico Diversitas Journal expressa que os artigos são de unica responsabilidade dos Autores, conhecedores da legislação Brasileira e internacional. Os artigos são revisados pelos pares e devem ter o cuidado de avisar da possível incidencia de plagiarismo. Contudo o plagio é uma ação incontestavel dos autores. A Diversitas Journal não publicará artigos com indicios de Plagiarismos. Artigos com plagios serão tratados em conformidade com os procedimentos de plagiarismo COPE.
A violação dos direitos autorais constitui crime, previsto no artigo 184, do Código Penal Brasileiro:
“Art. 184 Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.”













