Explorando a Floresta Atlântica para as Aulas de Ciências e de Biologia: Um Atlas de Botânica como Ferramenta de Ensino
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v11iSpecial_2.3688Palavras-chave:
Ensino de Ciências, flora nativa, recurso didáticoResumo
No Ensino Fundamental e Médio, a Botânica é uma subdisciplina das Ciências e da Biologia, que tem como objetivo o desenvolvimento de habilidades cognitivas e de percepção vegetal. Ela tem enfrentado diversos desafios, incluindo métodos de ensino superficiais e pouco refinados, com aplicações limitadas. Utilizar a floresta Atlântica como temática para aulas de Botânica, aliado às competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) são uma excelente ferramenta de ensino. O objetivo foi fornecer um atlas com imagens de plantas nativas da Floresta Atlântica que incluiu os principais grupos botânicos (briófitas, samambaias e angiospermas) para professores utilizarem em sala de aula e em campo com seus alunos, construindo a ponte entre o conceito e a realidade. O atlas foi desenvolvido com plantas ocorrentes em um fragmento de Floresta Atlântica, do estado de Alagoas, na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Planalto, com imagens capturadas para identificação e organização das plantas no atlas digital. Ao utilizar o atlas como ferramenta de ensino, as aulas de Botânica são mais atrativas, além de ser um excelente material para reconhecer elementos característicos da Floresta Atlântica. O uso do atlas potencialmente pode resultar em aulas interativas e interessantes para os alunos.
Métricas
Referências
Arruda, K. M., & Nascimento, M. C. do (2024). Entraves ao ensino de Botânica: uma reflexão acerca do currículo de Ciências. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, 24 (13). https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/24/13/entraves-ao-ensino-de-botanica-uma-reflexao-acerca-do-curriculo-de-ciencias.
Ausubel, D. P. (2003). A aquisição e retenção de conhecimento: Uma visão cognitiva. Springer Science & Business Media.
Barbosa, T. C. R. (2021). O estudo das plantas na educação básica: lições de botânica para o ensino médio. Dissertação [Mestrado Profissional em Ensino de Ciências – Instituto de Ciências Exatas e Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto].
Brasil. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC/CONSED/UNDIME, 2017.
Brasil. Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. Institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências (2000). Diário Oficial da União: seção 1.
Brasil. Ministério da Educação (2018. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília, DF, 2018.
Bybee, R. W. (2002). Literacia científica — Mito ou realidade?. Em o papel do raciocínio moral em questões sociocientíficas e discurso na educação científica. Springer, Dordrech, pp. 21-43.
Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. http://floradobrasil.jbrj.gov.br/.
Gess-Newsome, J., Southerland, S. A., Johnston, A., & Woodbury, S. (2003). Reforma educacional, teorias práticas pessoais e insatisfação: A anatomia da mudança no ensino de ciências na faculdade. American Educational Research Journal, 40(3), pp. 731-767.
Gonçalves, H. F., & Moraes, M. G. de (2011). Atlas de anatomia vegetal como recurso didático para dinamizar o ensino de botânica. Enciclopédia biosfera, 7(13), pp. 608-619.
Kinoshita, L.S., L. S., Torres, R. B., Tamashiro, J. Y., & FornI-Martins, E. R. (2006). A botânica no ensino básico: relatos de uma experiência transformadora. RiMa.
Melo, E. A., Abreu, F. F., Andrade, A. B., & Araújo, M. (2024). A aprendizagem de botânica no ensino fundamental: Dificuldades e desafios. Cientia Plena, 8(10). https://www.scientiaplena.org.br/sp/article/view/492.
Michaelsen, L. K., & Sweet, M. (2008). The essential elements of team-based learning. New Directions for Teaching and Learning, 2008(116), pp. 7-27.
Raven, P. H., Evert, R. F., & Eichhorn, S. E. (2014). Biologia vegetal. Guanabara Koogan. Rodriguezia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB12159.
Santos, E. A. V. dos, & Neto, L. S. (2024). Dificuldades no ensino-aprendizagem de botânica e possíveis alternativas pelas abordagens de educação ambiental e sustentabilidade. http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2574.
Santos, J. , & Silva, L. F. (2020). Ensino de Ciências e Educação Ambiental: uma abordagem interdisciplinar. Revista Brasileira de Educação Ambiental, 15(4), pp. 1-15..
Santos, V. C., & Infante-Malachias, M. (2013). A genética no ensino médio: algumas reflexões sobre os desafios em sala de aula. Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia, 6(2), pp. 1-15, 2013.
Silva, J. I. S., Endres Júnior, D., Melo Neto, I. S., & Schmitt J. L. (2024). First records of Aspasia variegata Lindl. (Orchidaceae) for Alagoas state and Atlantic Forest domain, Brazil. Brazilian Journal of Biology, 84, 2024. https://www.scielo.br/j/bjb/a/9ZjHXjpbnY7DqgnrHhQKX9b/?lang=en.
Schultz, M., Silva, R., & Almeida, T. (2020). Métodos pedagógicos visuais e participativos no ensino de Botânica. Revista Brasileira de Educação em Ciências, 15(2), pp. 123-137.
Stes, A., Min-Leliveld, M., Gijbels, D., & Van Petegem, P. (2009). O impacto do desenvolvimento instrucional no ensino superior: O estado da arte da pesquisa. Educational Research Review, 5(1), pp. 25-49.
Ursi, S., Barbosa, P. P., Sano, P. T., & Berchez, F. A. D. S. (2018). Ensino de Botânica: conhecimento e encantamento
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 José Isnaldo dos Santos Silva , Debora Anny Santos Liberato, Karislaine França dos Santos, Gustavo Carvalho dos Santos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
O periodico Diversitas Journal expressa que os artigos são de unica responsabilidade dos Autores, conhecedores da legislação Brasileira e internacional. Os artigos são revisados pelos pares e devem ter o cuidado de avisar da possível incidencia de plagiarismo. Contudo o plagio é uma ação incontestavel dos autores. A Diversitas Journal não publicará artigos com indicios de Plagiarismos. Artigos com plagios serão tratados em conformidade com os procedimentos de plagiarismo COPE.
A violação dos direitos autorais constitui crime, previsto no artigo 184, do Código Penal Brasileiro:
“Art. 184 Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.”











