Education and Labor Rights: a movement for social transformation
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v11iSpecial_2.3706Keywords:
Education, Work, Social MovementsAbstract
This article reflects on the possibilities of resistance and social transformation through education, in a scenario marked by the precariousness of work and the systematic denial of human rights. Inspired by authors such as Paulo Freire, bell hooks, David Harvey, Marilena Chauí, Lélia Gonzalez, Theodor Adorno and others, it discusses how the neoliberal logic makes labor relations precarious and imposes subtle forms of symbolic and structural violence, aggravating historical inequalities. From a qualitative approach and based on the bibliographic review, it is analyzed how social movements and popular education build spaces for listening, welcoming and fighting for dignity. A humanizing pedagogy is defended, rooted in the concrete experience of the subjects, which values diversity, collective memory and popular knowledge as paths to emancipation. It is argued that education in and for human rights, linked to the realities experienced by subordinated subjects, assumes a central political role in the struggle for dignity, social justice and equity. It is concluded that social emancipation requires articulation between critical education, decent work and popular protagonism, and that active and situated hope is the ethical foundation of all liberating praxis.
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