Entrelazando discursos y dibujos de alumnos de los primeros años de la escuela primaria: una cartografía de las experiencias escolares.
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v11iSpecial_2.3730Palabras clave:
experiencia, saberes escolares, multiplicidadResumen
Este artículo presenta un extracto de un proyecto de investigación de pregrado financiado por el Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico (CNPq) que investigó las relaciones entre matemáticas, escuela y seres humanos, centrándose en estudiantes de los primeros años de primaria en una escuela municipal de Piranhas/AL. Partiendo de una comprensión histórica de las matemáticas —que, desde sus orígenes, ha estado vinculada a prácticas sociales y educativas—, el estudio resalta que, a pesar de ser una materia presente en la escuela, no siempre es percibida por los estudiantes en su vida cotidiana. La investigación, con un enfoque cualitativo, utiliza el método cartográfico deleuziano para mapear las fuerzas que sustentan los discursos y producciones de los estudiantes sobre "lo que la escuela da" y "lo que la escuela quita", tanto en general como en relación con las matemáticas. Se consideraron entrevistas realizadas a tres estudiantes y se analizaron dibujos producidos por ellos, buscando capturar afectos vinculados a las experiencias escolares y las matemáticas. Los resultados indican que la materia no aparece claramente en las respuestas, quedando eclipsada por otras experiencias escolares más relevantes para los niños. De este modo, queda claro que la escuela no es simplemente un espacio para transmitir contenidos, sino un dispositivo que moldea las relaciones sociales y las subjetividades.
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