Atributos químicos del suelo en diferentes sistemas de manejo en la agricultura familiar en la región semiárida brasileña.
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v11iSpecial_2.3787Palabras clave:
Agroecosistemas, Calidad del suelo, Gestión sostenibleResumen
Este estudio evaluó los atributos químicos del suelo en diferentes sistemas de manejo de agricultura familiar en la región semiárida de Pernambuco, en el municipio de Triunfo. Se compararon áreas de vegetación nativa, cultivos convencionales (yuca, naranja y caña de azúcar), áreas en barbecho y sistemas agroforestales implementados hace más de 15 años. En cada área, se delimitaron parcelas de 50 × 50 m, en las cuales tres transectos (vertical, horizontal y diagonal) guiaron la recolección en nueve puntos, resultando en tres muestras por profundidad (0–10 y 10–20 cm). Las muestras se analizaron para pH, nutrientes, carbono orgánico y capacidad de intercambio catiónico (CIC). Los resultados mostraron que los sistemas de manejo influyeron directamente en los atributos químicos del suelo. El cultivo de caña de azúcar presentó mayor acumulación de materia orgánica y CIC, un efecto atribuido al manejo sin quema de la paja. Los sistemas agroforestales, especialmente el SAF3 más diversificado, se destacaron por su mayor contenido de fósforo, asociado con una mayor deposición de residuos orgánicos. En contraste, los cultivos de yuca y naranja presentaron los niveles más bajos de carbono orgánico. Se concluye que las prácticas de conservación, como el cultivo de caña de azúcar sin quema y los sistemas agroforestales, favorecen la fertilidad y la sostenibilidad del suelo, representando alternativas estratégicas para la agricultura familiar en la región semiárida.
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