Bibingka de Mandaue - uma relíquia viva do passado da cidade
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v11iSpecial_1.3601Palavras-chave:
Cultura, Sítios de Patrimônio, diversidade alimentarResumo
Este estudo determina o grau de valorização, bem como a promoção e preservação do bibingka (bolo de arroz) da cidade de Mandaue pelos empresários, vendedores, funcionários do governo e compradores. Ele responde aos seguintes objetivos: (1) rastrear a origem do bibingka; (2) identificar o processo de fabricação da iguaria; (3) verificar o significado cultural do alimento; (4) descrever os esforços feitos para preservar a iguaria; e (5) avaliar a percepção das diferentes partes interessadas em relação às iniciativas de preservação e promoção. Este estudo utilizou um delineamento etnográfico com observação naturalista, entrevistas, notas de campo e apoio com dados secundários. Informantes-chave (ICs) foram entrevistados por meio de guias de entrevista, no momento mais conveniente. Para observar a ética, os nomes dos informantes-chave e de outras partes interessadas foram mantidos em sigilo. Os resultados foram validados por meio de triangulação de dados. Bibingka é uma das iguarias tradicionais da cidade de Mandaue que representa seu passado agrícola por meio dos ingredientes que são usados. Além de ser um resquício vivo do passado da cidade, a comida representa diversos valores culturais e sociais dos Mandauehanons. Apesar da modernização da cidade, a iguaria continua existindo graças aos persistentes esforços de promoção e preservação realizados por diferentes partes interessadas. Para uma investigação mais aprofundada, recomenda-se: rastrear a origem e a causa específicas da criação do bolo de arroz da cidade de Mandaue; e um estudo aprofundado sobre a possível incorporação ritualística na fabricação de bibingkas. Os esforços de preservação e promoção podem ser continuados, mas é necessária assistência adicional, como atualização tecnológica e assistência financeira, para apoiar a indústria artesanal.
Métricas
Referências
Bagares, G. S. (2014). The History of Mandaue City. Cebu: Cebu Provincial Government.
Cosido, I. C., Urtola, C. J., Ponce, R. M., Inocian, R. B., & Cabras, R. L. (2015). Carcar Chicharon: A Potential for Tourism Impact Studies. Asia Pacific Journal of Multidisciplinary Research, 163-170.
Eslao-Alix, L. T. (2012). Mandaue- Our Home, Our Pride, Our Future. Mandaue: Mandaue City Government.
Eslao-Alix, L. T. (2013). HIKAY: The Culinary Heritage of Cebu. Mandaue: USC Press.
Fenix, M. (2014, August 28). Inquirer. Retrieved from Bibingka,’ ‘monay,’ ‘escandaloza’ and other curious names of Philippine baked goodies: http://lifestyle.inquirer.net/169815/bibingka-monay-escandaloza-and-other-curious-names-of-philippine-baked-goodies/.
GMA News. (2012, November 25). Youtube. Retrieved from Good News: Best Bibingka: https://www.youtube.com/watch?v=iVNRNqmNwac&t=78s.
Mallari Jr., D. T. (2013, December 18). This clan cooks ‘bibingka’ for Misa de Gallo goers. Inquirer, pp. http://newsinfo.inquirer.net/548657/this-clan-cooks-bibingka-for-misa-de-gallo-goers.
Mandaue City Government. (2012). Barangay and the History of Its Names. In M. C. Government, Mandaue Citizen's Charter Handbook (pp. 36-38). Mandaue: Mandaue City Government.
Mandaue City Government. (2016). Another #iammandaue shop opens. Kaabaguhan, 1-2.
Modequillo, A. (2005, January 18). Bibingka sa Mandaue. The Freeman, p. n.a.
Morallo, R. R. (2015, September 16-30). Mga kan-onong Mandauehanon. Bisdak, p. n.a.
Perolina, F. Z. (2011, May 7). Mandaue's attempt at "biggest bibingka" record. Retrieved from The Freeman: http://www.philstar.com/metro-cebu/683036/mandaues-attempt-biggest-bibingka-record.
Sunstar. (2004, March 7). Mayol of Mandaue continues his mother's bibingka legacy. Sunstar, p. n.a.
Sunstar. (2005, October 16). Snapshot - Mandaue is synonymous with the bibingka delicacy. Sunstar, p. n.a.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Ian Christian Cosido

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
O periodico Diversitas Journal expressa que os artigos são de unica responsabilidade dos Autores, conhecedores da legislação Brasileira e internacional. Os artigos são revisados pelos pares e devem ter o cuidado de avisar da possível incidencia de plagiarismo. Contudo o plagio é uma ação incontestavel dos autores. A Diversitas Journal não publicará artigos com indicios de Plagiarismos. Artigos com plagios serão tratados em conformidade com os procedimentos de plagiarismo COPE.
A violação dos direitos autorais constitui crime, previsto no artigo 184, do Código Penal Brasileiro:
“Art. 184 Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.”











