Conocimiento que tienen los estudiantes universitarios de Santana do Ipanema sobre el uso de la tortuga en su dieta
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v9i1.2946Palabras clave:
Chelonoidis, cultura, hábitos alimenticios, preservaciónResumen
Entre las diferentes estrategias de adaptación humana para la supervivencia, destacan las relacionadas con la alimentación, siendo el uso de animales una de las prácticas permanentes más importantes. Con el tiempo, las preferencias alimentarias adoptadas se han transformado en hábitos de consumo, mantenidos a lo largo de generaciones. El uso de tortugas de la especie Chelonoidis en la alimentación humana es común en la región amazónica (norte de Brasil), así como en la ciudad de Santana do Ipanema, en el estado de Alagoas (noreste de Brasil), donde su consumo se asocia a prácticas culturales que se están olvidando con el paso del tiempo. Con el objetivo de evaluar el conocimiento de la población universitaria de Santana do Ipanema sobre el uso de tortugas en su dieta, así como la forma en que se transmite esta información, se llevó a cabo una investigación entre estudiantes universitarios mediante un formulario disponible en la plataforma de Google. Participaron 108 estudiantes. Respecto al conocimiento sobre el uso de tortugas en su dieta, el 63% respondió que conocía este hábito, habiendo adquirido esta información a través de abuelos, padres y tíos (36,76%). Solo el 8,33% de los participantes había consumido carne de tortuga. Respecto a la continuidad de este hábito alimenticio en las nuevas generaciones, el 67,60% respondió que no, pero solo el 19,81% citó la conservación de la especie como motivo. De los estudiantes que respondieron que sí, el 28,57% está de acuerdo con este hábito por la diversificación de la dieta, el 37,15% porque forma parte de la cultura y el 9,71% citó la conservación de la especie. La transmisión del conocimiento cultural tiende a ser vertical, y el hábito de consumo es bajo entre la población encuestada.
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