Financiamiento público de la salud mental en Brasil dentro de la Red de Atención Psicosocial (2014–2024)
DOI:
https://doi.org/10.48017/dj.v11iSpecial_2.3707Palabras clave:
Salud mental, financiación, red de atención psicosocial, sistema unificado de salud, políticas públicasResumen
Este estudio analizó el financiamiento público para la salud mental en Brasil entre 2014 y 2024, con énfasis en los impactos en la consolidación de la Red de Atención Psicosocial (RAPS) y la implementación de los principios de la Reforma Psiquiátrica. Se realizó una revisión integradora de la literatura, buscando en las bases de datos LILACS, MEDLINE, BDENF y ColecionaSUS usando palabras clave y operadores booleanos, incluyendo artículos originales completos publicados entre 2014 y 2024, en portugués, inglés o español, en el contexto brasileño. De los 233 estudios identificados, solo cuatro cumplieron con los criterios establecidos. Los resultados mostraron que, a pesar de la expansión de los Centros de Atención Psicosocial (CAPS) y otros dispositivos RAPS, persisten las desigualdades regionales, las debilidades en la articulación intersectorial y la financiación insuficiente crónica, agravadas por la Enmienda Constitucional N° 95/2016. Las políticas sociales, como los programas de transferencia de ingresos, tienen un efecto protector significativo sobre la salud mental, lo que indica la importancia de las estrategias intersectoriales. Se concluye que el fortalecimiento de la salud mental dentro del Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil requiere financiamiento continuo, planificación presupuestaria compatible con las demandas territoriales e integración con políticas sociales más amplias, que garanticen una atención integral, equitativa y sostenible.
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