Estudio ecológico de la dinámica epidemiológica de las mordeduras de serpiente en el estado de Alagoas: análisis espacio-temporal de 2007 a 2021

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.48017/dj.v11iSpecial_2.3729

Palabras clave:

Animales venenosos, accidentes por mordedura de serpiente, enfermedades tropicales desatendidas

Resumen

Este estudio tuvo como objetivo caracterizar la dinámica epidemiológica de los accidentes por mordedura de serpiente en Alagoas, noreste de Brasil, entre 2007 y 2021. Se trata de un estudio ecológico, basado en datos del SINAN, con análisis descriptivos, temporales y espaciales. Se registraron un total de 5173 casos, predominantemente entre adultos (89,79%), varones (73,55%) y de raza mixta (85,93%). Las manifestaciones clínicas más frecuentes fueron dolor (78,41%) y edema (41,38%), siendo la mayoría de los casos leves (65,88%), no asociados a actividades laborales (90,45%) y con resolución espontánea (99,92%). Las serpientes más frecuentemente involucradas pertenecían a los géneros Bothrops (70,65%) y Crotalus (20,30%). La tendencia temporal fue estacionaria (AAPC = -0,14%; p = 0,844). El análisis espacial identificó los municipios de Feliz Deserto en 2007 (25,21/10 000 habitantes), Teotônio Vilela en 2014 (12,39/10 000 habitantes) y Junqueiro en 2021 (12,20/10 000 habitantes) con altas tasas de incidencia en diferentes años, detectándose conglomerados mediante análisis local. Los mayores riesgos relativos se observaron en Maceió, Arapiraca y Junqueiro. Los datos sugieren impactos ambientales que podrían favorecer la migración de serpientes a zonas urbanas, incrementando el riesgo de accidentes y resaltando así la importancia de implementar políticas públicas de Una Salud dirigidas a prevenir accidentes por mordedura de serpiente en estas regiones.

Métricas

Cargando métricas ...

Biografía del autor/a

Adriano José dos Santos, Secretaría de Educación y Deportes del Estado de Pernambuco (SEE/PE). Cabo de Santo Agostinho, PE, Brasil

0000-0002-4619-5232; Escuela Secundaria de Referencia Luísa Guerra, Secretaría de Educación y Deportes del Estado de Pernambuco (SEE/PE). Cabo de Santo Agostinho, PE, Brasil. Maestro. Correo electrónico: adriano.jds06@gmail.com

Valdir Vieira da Silva, Universidad Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Recife, PE, Brasil

0000-0002-3963-4719; Universidad Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Recife, PE, Brasil. Alumno. Correo electrónico: valdir.vieira@ufrpe.br

Quezia Machado dos Santos Araújo, Universidad Federal de Alagoas (UFAL). Maceió, AL, Brasil

0000-0002-0871-3334; Laboratorio de Parasitología y Patología, Universidad Federal de Alagoas (UFAL). Maceió, AL, Brasil. Estudiante. Correo electrónico: qmsabio@gmail.com.

Alexrangel Henrique Cruz Santos, Universidad Federal de Sergipe. São Cristóvão, Sergipe (SE), Brasil

0000-0002-3667-5275; Universidad Federal de Sergipe. São Cristóvão, Sergipe (SE), Brasil. alex_rangel2020@hotmail.com

Marcelo Cerilo-Filho, Universidad Federal Fluminense (UFF). Niterói, RJ, Brasil

0000-0002-4221-2728; Centro de Investigación de Microorganismos (CIM), Instituto Biomédico, Universidad Federal Fluminense (UFF). Niterói, RJ, Brasil. Estudiante. Correo electrónico: mcerilo@id.uff.br

Amanda de Aragão Ferreira Barboza, Colegio Santa Bárbara (FSB). Arapiraca, AL, Brasil

0009-0001-6419-8111; Instituto de Investigación y Educación Técnica y Superior de Arapiraca, Colegio Santa Bárbara (FSB). Arapiraca, AL, Brasil. Estudiante. Correo electrónico: aragaoamanda829@gmail.com.

Cícera dos Santos, Colegio Santa Bárbara (FSB). Arapiraca, AL, Brasil

0009-0005-4300-3302; Instituto de Investigación y Educación Técnica y Superior de Arapiraca, Colegio Santa Bárbara (FSB). Arapiraca, AL, Brasil. Estudiante. Correo electrónico: cicera.cicinha87@hotmail.com.

José Rodrigo Santos Silva, Universidad Federal de Sergipe (UFS). São Cristóvão, SE, Brasil

0000-0002-1918-7122; Departamento de Estadística y Ciencias Actuariales, Universidad Federal de Sergipe (UFS). São Cristóvão, SE, Brasil. Profesor. Correo electrónico: rodrigo.silva@academico.ufs.br

Citas

Acosta-Recalde, P. (2018). Uso de plantas medicinales y fitoterápicos en pacientes con Diabetes Mellitus tipo 2. Memorias del Instituto de Investigaciones en Ciencias de la Salud, 16(2), 6–11.

Andriotti, J. L. S. (2013). Fundamentos de estatística e geoestatística. UNISINOS.

Ascoet, S., & De Waard, M. (2020). Diagnostic and therapeutic value of aptamers in envenomation cases. International Journal of Molecular Sciences, 21(10), 3565.

Batista, L. A. X., Tenório, D. P. Q., & de Medeiros Pacheco, L. M. (2020). Aspectos clínico-epidemiológicos dos acidentes botrópicos notificados em um hospital de referência de Alagoas. Medicina (Ribeirão Preto), 53(3), 260–267.

Bernarde, P. S. (2011). Mudanças na classificação de serpentes peçonhentas brasileiras e suas implicações na literatura médica. Gazeta Médica da Bahia, 81(1), 55–63.

Biz, M. E. Z.(2021). Perfil epidemiológico em território brasileiro dos acidentes causados por animais peçonhentos: retrato dos últimos 14 anos. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(11), e9210. https://doi.org/10.25248/reas.e9210.2021

Braga, J. R. M. (2021). Epidemiology of accidents involving venomous animals in the State of Ceará, Brazil (2007–2019). Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 54, e05112020. https://doi.org/10.1590/0037-8682-0511-2020

Brasil. Ministério da Saúde. (2023). Boletim Epidemiológico: Aspectos epidemiológicos do ofidismo no Brasil em 2022.

Da Silva, D. S. (2021). Acidentes ofídicos na região Nordeste entre 2010 e 2019. Brazilian Journal of Development, 7(6), 62947–62959.

Da Silva Filho, P. L. (2023). Fatores associados ao manejo clínico inadequado de acidentes com serpentes em Mato Grosso. Journal Health NPEPS, 8(2).

De Oliveira, M. R., de Oliveira Araújo, R., & Gonçalves, J. A. G. (2022). Acidentes ofídicos e suas complicações clínicas: um estudo epidemiológico no Tocantins nos anos de 2015–2019. Facit Business and Technology Journal, 1(38).

Dos Santos, A. J. (2021). Medidas fitoterápicas adotadas como alternativa emergencial nos acidentes ofídicos no Sertão de Alagoas. Diversitas Journal, 6(1), 527–542. https://doi.org/10.17648/diversitas-journal-v6i1-1449

Dos Santos Magalhães, C. (2020). Aspectos epidemiológicos e clínicos dos acidentes ofídicos ocorridos nos estados de Alagoas e de Pernambuco. Revista Saúde e Meio Ambiente, 10(1), 119–132.

Ferreira, I. C. S., & Borges, G. H. (2020). Perfil epidemiológico dos acidentes causados por animais peçonhentos no município de Patrocínio, Minas Gerais: retrato de uma década. Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção, 1–10.

Figueredo, C. A., Gurgel, I. G. D., & Gurgel Junior, G. D. (2014). A Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos: construção, perspectivas e desafios. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 24, 381–400.

Filho, P. F. de Oliveira. (2015). Epidemiologia e Bioestatística: Fundamentos para a leitura crítica (1ª ed.). Rubio.

Firmo, W. C. A., Menezes, V. J. M., Passos, C. E. C., Dias, C. N., Alves, L. P. L., Dias, I. C. L., Neto, M. S., & Olea, R. S. G. (2011). Historical context, popular use and scientific conception on medicinal plants. Cadernos de Pesquisa, 18(Especial).

Graciano, S. A. (2013). Perfil epidemiológico dos acidentes ofídicos em homens. Revista de Enfermagem Referência, 3(10), 89–98.

Guedes, T. B., Entiauspe-Neto, O. M., & Costa, H. C. (2023). Lista de répteis do Brasil: atualização de 2022. Herpetologia Brasileira, 56–161.

Hair, J. F., Black, W. C., Babin, B. J., Anderson, R. E., & Tatham, R. L. (2009). Análise multivariada de dados (6ª ed.). Bookman.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2022). Alagoas – cidades e estados. https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/al.html

Instituto Butantan. (2023). Entenda por que a OMS quer reduzir pela metade os casos de envenenamento por picada de cobra até 2030. https://butantan.gov.br/noticias/entenda-por-que-a-oms-quer-reduzir-pela-metade-os-casos-de-envenenamento-por-picada-de-cobra-ate-2030

Lira-da-Silva, R. M. (2009). Bothrops leucurus Wagler, 1824 (Serpentes; Viperidae): natural history, venom and envenomation. Gazeta Médica da Bahia, 79(Suppl. 1), 56–65.

Matos, R. R., & Ignotti, E. (2020). Incidence of venomous snakebite accidents by snake species in Brazilian biomes. Ciência & Saúde Coletiva, 25, 2837–2846. https://doi.org/10.1590/1413-81232020257.31462018

Milani, E. C., Tojal, S. D., & Meneguetti, D. U. O. (2016). Coefficient of incidence and lethality of official accidents in the state of Acre, Western Amazon: a 10-year survey (2004–2013). South American Journal of Basic Education, Technical and Technological, 3(2), 218–223.

Moran, P. (1948). The interpretation of statistical maps. Journal of the Royal Statistical Society, 40, 283–294.

Prado, E. C. S. (2022). Perfil epidemiológico de acidentes por serpentes no município de Palmas, 2007–2017. Research, Society and Development, 11(7), e22911729868. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i7.29868

Rocha, A. P. (2018). Análise comparativa dos aspectos epidemiológicos e clínicos dos acidentes ofídicos causados por espécies do gênero Bothrops em Santa Catarina (Trabalho de Conclusão de Curso). Universidade Federal de Santa Catarina.

Sarmiento, K. (2018). Epidemiological characterization of ophidian accidents in Colombia tertiary referral hospital: Retrospective study 2004–2014. Revista Médica de Bogotá, 66(6), 153–158.

Silva Júnior, N. J., Puorto, G., Buononato, M. A., & Melgarejo, A. R. (2024). Serpentes de importância em saúde. In Ministério da Saúde (Org.), Guia de animais peçonhentos do Brasil (pp. 20–79). Editora MS.

Soares, F. G. S., & Sachett, J. A. G. (2019). Caracterização dos acidentes com animais peçonhentos: particularidades do interior do Amazonas. Scientia Amazônia, 8(3), 29–39.

The R Core Team. (2022). R: A Language and Environment for Statistical Computing. R Foundation for Statistical Computing.

Uetz, P. (2025). The Reptile Database. http://www.reptiledatabase.org

Vitt, L. J., & Caldwell, J. P. (2009). Snakes. In L. J. Vitt & J. P. Caldwell (Eds.), Herpetology (3rd ed., pp. 551–578). Academic Press.

WHO. World Health Organization. (2017). Snakebite under spotlight. http://www.who.int/snakebites/news/Snakebite_under_spotlight_in_Oxford/en

WHO. World Health Organization. (2023). Snakebite envenoming. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/snakebite-envenoming

Williams, D. J.(2019). Strategy for a globally coordinated response to a priority neglected tropical disease: Snakebite envenoming. PLoS Neglected Tropical Diseases, 13(2), e0007059. https://doi.org/10.1371/journal.pntd.0007059

Yamamoto, J. K., & Landim, P. M. B. (2013). Geoestatística: conceitos e aplicações. Oficina de Textos.

Publicado

2026-05-09

Cómo citar

dos Santos, A. J., Vieira da Silva, V., Machado dos Santos Araújo, Q., Cruz Santos, A. H., Cerilo-Filho, M., de Aragão Ferreira Barboza, A., … Santos Silva, J. R. (2026). Estudio ecológico de la dinámica epidemiológica de las mordeduras de serpiente en el estado de Alagoas: análisis espacio-temporal de 2007 a 2021. Diversitas Journal, 11(Special_2). https://doi.org/10.48017/dj.v11iSpecial_2.3729